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Até um tempo, os gabinetes usados nos PC`s eram similares aos uti- lizados nos PC`s do início dos anos 80. surgiram modernidades, como o painel de LEDs e botões, o display digital, o formato torre, mas a furação interna e a disposição mecânica das placas e drives era a mesma dos PC`s antigos. Convencionou-se usar para esses gabinetes (e também para as placas de CPU que o utilizavam), o nome "AT", ou "Baby AT". Todos os PC`s, 286, 386, 486, 586 e praticamente todos baseados no Pentium, uti- lizavam placas de CPU no formato AT, bem comos os seus gabinetes. Já após o lançamento do Pentium, o padrão ATX foi proposto como um me- lhoramento no antigo padrão, visando: * Melhor acesso ao microprocessador e às memórias, para facilitar expan- sões; * Distribuição inteligente de conectores; * Melhor ventilação; * Redução da quantidade de cabos internos; * Fonte inteligente, com a nova tensão de 3,3 volts. Poucos forma os modelos de PC`s Pentium que utilizam o padrão ATX, mas com o lançamento do Pentium II, o padrão ATX torno-se comum. Apenas algumas raras placas de CPU Pentium II ainda não ofe- reciam no formato AT. Do ponto de vista externo, um gabinete ATX é bem parecido com um gabinete AT. As diferenças são minímas. Uma delas é que o velho bo- tão Turbo LED, que já haviam caído em desuso há alguns anos, foram de- finitavamente eliminados. A figura 1 mostra o interior do gabinete ATX. Usamos neste exem- plo, um modelo torre, mas a figua nos mostra na posição horizontal. Ob- serve o seguinte:FIGURA 1 1-) A placa de CPU padrão ATX é presa à chapa do gabinete, de forma parecida como era feito nos modelos AT. Existem furos para fixação atra- vés de parafusos, além de fendas para fixação através de espaçadores plá- ticos. A diferença aqui é que nos modelos AT, eram usados 2 ou 3 parafu- sos,e diversos espaçadores. Nos modelos ATX, a quantidade de furos pa- ra fixação por parafusos, tanto no gabinete como nas placas de CPU é bem maior. Desta maneira a placa de CPU é fixada de forma mais rígida. 2-) A fonte de alimentação ocupa o mesmo lugar, mas seu ventilador, ao in- vés de puxar o ar quente, empirra o ar frio diretamente sobre o microproces- sador. Um grande melhoramento foi feito nas tensões de alimentação. As fontes antigas forneciam a maior parte da corrente na tensão de 5 volts, uti- lizada pela maioria dos chips nos anos 80, e até aproximadamente 1994. A partir de então tornaram-se comuns chips que operam com 3,3 volts. Como as fontes tradicionais não geravam esta rensão, as placas de CPU padrão AT possuíam circuitos reguladores, que geravam 3,3 volts a partir de 5 volts vindos da fonte. Como as fontes ATX já pos- suem a tensão de 3,3 volts, as placas de CPU padrão ATX não pre- cisavam mais possuir esses reguladores de voltagem. 3-) Na parte traseira do gabinete ATX, existem fendas nas quais se- rão alojadas as partes traseiras das placas de expansão. Normalmen- te essas fendas são tampadas, e o usuário deve remover as lâminas que as tampam antes de dar início a montagem. 4-) Em uma fenda retangular, localizada na parte traseira do gabinete ATX, aloja-se um painel fixo nas placas de CPU ATX, no qual estão o conector do teclado, seriais, paralela, USB e outros. Existem tam- bém fendas (que são tampadas, e devem ser abertas na medida do necessário), próprias para a instalação de mais conectores. 5-) Permanecem inalteradas em relação ao padrão AT, os locais para instalação de drives e discos rígidos. Apenas convencionou-se que as placas de CPU ATX devem ter os conectores para drives e disco rígido localizados na sua extremidade mais próxima desse dri- ves, evitando assim que os cabos flat sejam longos e fiquem emaranha- dos no interior do gabinete. FIGURA 2 A figura 2 mostra a parte traseira de um gabinete ATX, Quem já co- nhece gabinetes AT pode constatar que são idênticos os conectores de re- de elétrica, um para ligar na tomada de força e outro é geralmente ligado o monitor. Também idêndicas são as fendas nas quais se alojam um painel de expansão. FIGURA 3 A diferença principal é a abertura retangular na qual se aloja um painel de conectores existentes na placa de CPU, aonde vimos na figu- ra 3. Na figura 4 vemos um conector de alimentação de uma fonte ATX, para ser ligado na placa-mãe. Este conector de 20 pinos é bem diferente do utilizado nos antigos modelos AT. Uma guia plástica impede que seja conectado em posição invertida. Além disso, os pinos plásticos que envol- vem seus contatos elétricos também possuem formatos diferentes, alguns quadrados e outros pentagonais. Fica desta forma eliminada a possibilida- de de uma conexão errada, o que certamente danificaria todas as placas do computador.FIGURA 4 FIM DOS ATROPELOS O padrão ATX traz boas notícias para aqueles que já passaram di- ficuldades mecânicas com os antigos gabinetes AT. Algumas dessa dificul- dades podem até mesmo chegar a impossibilitar determinadas instalações. Vejamos alguns exemplos: Circuitos que atrapalham placas de expansão de tamanho grande. A maio- ria das placad de expansão são curtas, mas existem modelos bem compri- dos, conhecidos como "full size". Isto ocorreu, por exemplo, com as primei- ras placas Sound Blaster AWE32 e ainda ocorre com algumas placas digi- talizadoras de vídeo mais sotisficadas. Quando memórias e microprocessa- dores ficam localizados abaixo do slots, placas de expansão "full size", não podem ser instaladas, pois a sua altura impede o encaixe dessas placas. Na figura 7, vemos uma placa Sound Blaster AWE32, conectada em uma pla- ca de CPU Pentium.FIGURA 7 Neste exemplo, a comprida placa de expansão pôde ser conectada, mas uma segunda placa terá seu encaixe impedido, devido à localização do microprocessador. Esta situação é mostrada na figura 8.FIGURA 8 Gabinetes ATX não apresentam este problema. Componentes altos, como o microprocessador ea as memórias, não ficam mais alinhados com os slots, e sim, ao seu lado, como mostra a figura 9. FIGURA 9 TOPOIR PARA HOME PAGE Bem vindo ao ABCD DO HARDWARE! Não percam a matéria relacionada a fusão entre Compaq e HP que dará mais força ao Linux. Nós do GRUPO ABCD DO HARDWARE, pedimos desculpa pelo falta de atualização ocorrido por problemas técnicos, em nossa central de processamento, o problema já foi averiguado e resolvido e não acontecerá mais. Nossa atualização continua sendo quinzenalmente! Microsoft Corporation HTML Document 5.0 Site melhor visualizado 800x600 pixelsADICIONE O ABCD DO HARDWARE AOS FAVORITOS! GRUPO ABCD DO HARDWARE S.A. 2001-2002 - Todos os direitos reservados
* Melhor acesso ao microprocessador e às memórias, para facilitar expan- sões; * Distribuição inteligente de conectores; * Melhor ventilação; * Redução da quantidade de cabos internos; * Fonte inteligente, com a nova tensão de 3,3 volts.
Poucos forma os modelos de PC`s Pentium que utilizam o padrão ATX, mas com o lançamento do Pentium II, o padrão ATX torno-se comum. Apenas algumas raras placas de CPU Pentium II ainda não ofe- reciam no formato AT. Do ponto de vista externo, um gabinete ATX é bem parecido com um gabinete AT. As diferenças são minímas. Uma delas é que o velho bo- tão Turbo LED, que já haviam caído em desuso há alguns anos, foram de- finitavamente eliminados. A figura 1 mostra o interior do gabinete ATX. Usamos neste exem- plo, um modelo torre, mas a figua nos mostra na posição horizontal. Ob- serve o seguinte:
FIGURA 1
1-) A placa de CPU padrão ATX é presa à chapa do gabinete, de forma parecida como era feito nos modelos AT. Existem furos para fixação atra- vés de parafusos, além de fendas para fixação através de espaçadores plá- ticos. A diferença aqui é que nos modelos AT, eram usados 2 ou 3 parafu- sos,e diversos espaçadores. Nos modelos ATX, a quantidade de furos pa- ra fixação por parafusos, tanto no gabinete como nas placas de CPU é bem maior. Desta maneira a placa de CPU é fixada de forma mais rígida.
2-) A fonte de alimentação ocupa o mesmo lugar, mas seu ventilador, ao in- vés de puxar o ar quente, empirra o ar frio diretamente sobre o microproces- sador. Um grande melhoramento foi feito nas tensões de alimentação. As fontes antigas forneciam a maior parte da corrente na tensão de 5 volts, uti- lizada pela maioria dos chips nos anos 80, e até aproximadamente 1994. A partir de então tornaram-se comuns chips que operam com 3,3 volts. Como as fontes tradicionais não geravam esta rensão, as placas de CPU padrão AT possuíam circuitos reguladores, que geravam 3,3 volts a partir de 5 volts vindos da fonte. Como as fontes ATX já pos- suem a tensão de 3,3 volts, as placas de CPU padrão ATX não pre- cisavam mais possuir esses reguladores de voltagem.
3-) Na parte traseira do gabinete ATX, existem fendas nas quais se- rão alojadas as partes traseiras das placas de expansão. Normalmen- te essas fendas são tampadas, e o usuário deve remover as lâminas que as tampam antes de dar início a montagem.
4-) Em uma fenda retangular, localizada na parte traseira do gabinete ATX, aloja-se um painel fixo nas placas de CPU ATX, no qual estão o conector do teclado, seriais, paralela, USB e outros. Existem tam- bém fendas (que são tampadas, e devem ser abertas na medida do necessário), próprias para a instalação de mais conectores.
5-) Permanecem inalteradas em relação ao padrão AT, os locais para instalação de drives e discos rígidos. Apenas convencionou-se que as placas de CPU ATX devem ter os conectores para drives e disco rígido localizados na sua extremidade mais próxima desse dri- ves, evitando assim que os cabos flat sejam longos e fiquem emaranha- dos no interior do gabinete.
FIGURA 2
A figura 2 mostra a parte traseira de um gabinete ATX, Quem já co- nhece gabinetes AT pode constatar que são idênticos os conectores de re- de elétrica, um para ligar na tomada de força e outro é geralmente ligado o monitor. Também idêndicas são as fendas nas quais se alojam um painel de expansão.
FIGURA 3
Na figura 4 vemos um conector de alimentação de uma fonte ATX, para ser ligado na placa-mãe. Este conector de 20 pinos é bem diferente do utilizado nos antigos modelos AT. Uma guia plástica impede que seja conectado em posição invertida. Além disso, os pinos plásticos que envol- vem seus contatos elétricos também possuem formatos diferentes, alguns quadrados e outros pentagonais. Fica desta forma eliminada a possibilida- de de uma conexão errada, o que certamente danificaria todas as placas do computador.
FIGURA 4
Circuitos que atrapalham placas de expansão de tamanho grande. A maio- ria das placad de expansão são curtas, mas existem modelos bem compri- dos, conhecidos como "full size". Isto ocorreu, por exemplo, com as primei- ras placas Sound Blaster AWE32 e ainda ocorre com algumas placas digi- talizadoras de vídeo mais sotisficadas. Quando memórias e microprocessa- dores ficam localizados abaixo do slots, placas de expansão "full size", não podem ser instaladas, pois a sua altura impede o encaixe dessas placas. Na figura 7, vemos uma placa Sound Blaster AWE32, conectada em uma pla- ca de CPU Pentium.
FIGURA 7
FIGURA 8
FIGURA 9
Bem vindo ao ABCD DO HARDWARE! Não percam a matéria relacionada a fusão entre Compaq e HP que dará mais força ao Linux. Nós do GRUPO ABCD DO HARDWARE, pedimos desculpa pelo falta de atualização ocorrido por problemas técnicos, em nossa central de processamento, o problema já foi averiguado e resolvido e não acontecerá mais. Nossa atualização continua sendo quinzenalmente!
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